Dica de série: 13 Reasons Why da Netflix / campanha #NãoSejaUmPorque

Essa semana finalmente comecei assistir a série 13 Reasons Why da Netflix (“Os 13 Porquês” em português), que estreou em março. Eu estava ansiosa para ver, pois tem se falado muito sobre ela desde o começo do ano, em partes pelo tema que chama a atenção, em partes porque é uma adaptação de um livro que tem muitos fãs e também pelo fato de ter sido produzida pela cantora e atriz Selena Gomez.

Ah, antes que eu esqueça, para quem ainda não viu está rolando um super sorteio no blog / canal em comemoração aos 10k no Youtube. Estou sorteando uma maleta recheada com maquiagens e pincéis, participe também!

13 Reasons Why da Netflix

A história, baseada no best-seller homônimo de Jay Asher,  começa quando o adolescente Clay (Dylan Minnette) recebe um pacote com várias fitas cassetes gravadas por Hannah Baker (Katherine Langford), garota por quem estava apaixonado e que havia cometido suicídio há pouco tempo. Nelas, a jovem lista as 13 razões que a levaram a se matar.

Cada episódio do seriado retrata um lado das fitas, e uma das 13 razões. A temática certamente é intensa e pesada: suicídio, bullying, depressão, boatos, drogas e abusos sexuais e emocionais. E com cenas fortes e explícitas mesmo. Apesar disso, reveza com alguns momentos mais leves, então não assistimos aos episódios todo naquela tensão gigantesca. Porém, para mim, a mensagem central foi um grande tapa na cara para a nossa sociedade. Principalmente pelo fato de que várias coisas que acontecem são muito reais e palpáveis, e sabemos que acontecem sim, o tempo todo, com muita gente. Vemos o quanto às vezes algumas situações não são tratadas com a preocupação com que deveriam, e como “brincadeiras” tratadas como “coisa de criança” são profundas e podem afetar e criar uma bola de neve na vida de uma pessoa.

O roteiro da série tem como base um storytelling misturando presente e passado. Gostei muito da forma como é montada e como há um misto entre as narrações da Hannah e as memórias de Clay sobre o que aconteceu. Inclusive, gostei muito da escolha desses dois atores também, eles representaram muito bem a personalidade dos personagens. É daquelas séries que prendem: a gente quer saber o que vai acontecer e a vontade é de já assistir os 13 episódios logo no primeiro dia.

13 Reasons Why da Netflix

 

#NãoSejaUmPorque

Acho que justamente pelos temas apresentados serem fatos tão recorrentes pelo mundo todo, a série teve um grande impacto nas redes sociais. Logo após a estreia da série, teve início uma grande campanha  no Twitter com a hashtag #NãoSejaUmPorque. Vários usuários têm compartilhado histórias de vida envolvendo depressão e o bullying.

Acho que tanto a série quando a campanha são grandes alertas sobre a importância de se discutir e conscientizar sobre isso.

Mari Dahrug

Live-action de A Bela e a Fera: minhas impressões

Depois de muita ansiedade e muita espera, assisti nessa madrugada (sim, 00:01 de hoje, que era o primeiro horário possível rs) o live-action de A Bela e a Fera. Como de costume vim aqui contar para vocês o que achei.

Live-action de A Bela e a Fera

Acho que o filme dispensa muitas apresentações, mas a história fala sobre a Bela (Emma Watson), uma moradora de uma pequena aldeia francesa. Quando seu pai é capturado pela Fera (Dan Stevens), a jovem decide entregar sua vida ao estranho troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa aprender a amar (e ser amado) para voltar à forma humana e quebrar o feitiço do castelo.

Vi que diversas resenhas têm criticado alguns aspectos do filme, como o fato de ser uma adaptação muito fiel da obra original de 1991, que foi a primeira animação a concorrer ao Oscar de Melhor Filme. Particularmente, não posso criticar porque esse era o meu desejo. Gostaria de ver uma atualização do clássico, especialmente em live-action, mas como tenho uma paixão pela história e pela animação, eu provavelmente ficaria desapontada em ver mudanças radicais ou algo muito diferente daquilo que eu esperava. Por isso, acho que são perspectivas e avaliações muito diferentes quando se fala em críticos de cinema x espectador que é fã da história.

Mesmo sendo muito fiel, o live-action de A Bela e a Fera introduziu sim alguns elementos novos. Para mim, foram cenas muito importantes e que agregaram muito, sem distorcer tudo aquilo que eu já tinha no meu conceito da história. Por exemplo: alguns elementos sobre a história a Bela e sua mãe, do passado da Fera e a Feiticeira que ganhou uma maior visibilidade. Para mim, foi um grande ponto positivo!

Como a maior parte das produções da Disney (e como na animação original), o musical vem com força total. As músicas, em sua maior parte já conhecidas, são lindas também nas novas versões. E as coreografias, figurinos e os cenários ficaram lindos e dignos daquilo que esperamos de uma produção Disney!

Live-action de A Bela e a Fera

No momento atual, em que tanto se fala sobre feminismo e empoderamento da mulher, A Bela e a Fera cai como uma luva. Bela é uma personagem forte, corajosa, que não se deixa intimidar e que tem ambição. Ela luta por aquilo que acredita, não dá valor ao que os outros pensam e não se submete à conduta machista de Gaston, por exemplo. Precisa de mais? E achei que esse toque feminista ficou ainda mais ressaltado vindo de Emma Watson, que é um dos maiores nomes mundiais quando se fala sobre isso.

E além disso, o filme também teve o primeiro personagem gay da Disney, Le Fou, o que mostra uma mudança de postura muito legal. E inclusive, o ator que fez o papel, Josh Gad, trabalhou super bem e está hilário. Tudo de uma forma muito sutil, mas não deixa de ser um marco. Outro ponto positivo da produção!

Não vou entrar em muitos mais aspectos até para não dar spoilers, mas em linhas gerais acho que é isso. É um filme que será um marco para o cinema? Não, mas certamente deixará disneymaníacos e os fãs da história emocionados e satisfeitos.

Mari Dahrug

Dica de série: The Fosters

Conheci a série The Fosters nas últimas férias, quando viajei para a California. Fiz um tour bem legal nos sets de gravação da Warner e o set do seriado foi uma das partes altas do passeio. Claro que depois do tour, fiquei curiosa em assistir o programa e simplesmente adorei. Aqui no Brasil ele não faz tanto sucesso quando faz por lá, mas está disponível para assistir na Netflix, então vim compartilhar a dica com vocês.

série The Fosters

Com produção da atriz e cantora Jennifer Lopez, The Fosters mostra a vida de uma grande (e atípica) família formada por duas mães. Stef (Teri Polo) é uma policial que foi casada com seu colega de trabalho Mike (Danny Nucci), com quem teve um filho. Divorciada, vive com Lena (Sherri Saum), que é assistente social. Elas moram com o filho biológico de Stef, Brandon (David Lambert), e dois filhos adotivos, Jesus (Jake T. Austin) e Marianna (Cierra Ramirez).

Logo no primeiro episódio, Lena conhece Callie (Maia Mitchell), uma adolescente problemática, e a acolhe como lar temporário. Com isso, logo chega também Jude (Hayden Byerly), irmão temporário de Callie, que vivia em um lar adotivo e sofria maus tratos.

Com a casa cheia (e de pernas para o ar), a trama retrata as dificuldades e os desafios de uma família como qualquer outra, com o diferencial da realidade de lares adotivos. Além disso, essa foi a primeira série de televisão americana a mostrar uma família com um casal lésbico como protagonistas.

Esse foi um daqueles seriados que me prendeu desde os primeiros 10 minutos do primeiro episódio. Já não queria parar mais até acabar. Os personagens vão nos cativando e conquistando, cada qual com sua personalidade bem diferente, e  logo nos vemos como parte daquela família também. No meio de tanta confusões, dramas, problemas com aceitação, amores e tudo mais, vemos uma família que apesar de ser um tanto diferente, tem muito amor e laços muito fortes.

É certo que não é daquelas séries cheias de ficção, suspense, aventura… Se você gosta de assistir coisas com mais “adrenalina”, talvez não seja seu estilo. Achei bem o estilo de séries como Parenthood (acho que é a que mais se identifica mesmo) ou Gilmore Girls. Mostra mesmo o cotidiano, e embora em uma trama que não vemos com tanta frequência, várias das situações podem ser comparadas com coisas do nosso cotidiano.

Achei a produção muito bem feita, e tenho achado bem legal assistir as cenas depois de ter visto a casa real (o set) onde é gravada a série. Infelizmente essa era uma parte do tour onde não podíamos tirar foto, mas foi uma experiência incrível.

 

Informações técnicas

Gênero: drama
Número de temporadas: 4
Exibição (Brasil): Netflix
Primeiro episódio: junho de 2013

Mari Dahrug

Dica de série: Santa Clarita Diet (Netflix)

A série Santa Clarita Diet estreou na Netflix na última sexta-feira, dia 03/02, já com uma grande expectativa pelo casal protagonista: Drew Barrymore e Timothy Olyphant. E ela veio para provar que nem toda série de zumbi precisa ter um fundo de suspense, terror ou drama. O tom cômico e irreverente veio a calhar muito bem nesse seriado, que se passa na terceira maior cidade de Los Angeles, California.

série Santa Clarita Diet

A estranha morte de Sheila (Drew Barrymore), em um típico dia de sua vida de corretora de imóveis, já deu o tom da série: a vida pode começar após a morte. Isso porque ela deixou de viver aquela vida rotineira no automático, sem aventuras e grandes expectativas. Como zumbi, tornou-se enérgica, animada, espontânea e impulsiva até demais, para o desespero de seu marido Joel Hammond (Timothy Olyphant).

A partir daí, a família precisa aprender a lidar com a nova rotina. Além de ter que lidar com os impulsos de Sheila, sua nova “vida” inclui também uma nova dieta, basicamente de carne humana fresca. Vocês podem imaginar a cena já né? Típica e conservadora família americana, um casal e uma filha adolescente, que de repente precisam incluir alguns leves assassinatos no dia a dia. Enquanto isso, tentam manter as aparências e lidar com os problemas cotidianos: trabalho, escola, vizinhos.

A série Santa Clarita Diet certamente me exigiu pulso firme em alguns momentos. A trama é cheia de cenas com sangue, tripas, vômito, canibalismo, enfim, trivialidades como essas rs. Mas apesar disso, tem um tom cômico e em certos pontos até mesmo escrachado. A partir do terceiro episódio, me acostumei com essas cenas e passei até a rir delas. Quem imaginaria um dia uma cena com Drew Berrymore conversando distraidamente enquanto come um pedaço de uma perna humana?

série Santa Clarita Diet

E quando pensamos que já conhecemos todo o inusitado da série, nos surpreendemos novamente com novas situações. Enquanto levam a vida e tentam encontrar pessoas ruins o suficiente para merecer a trágica morte, o casal tenta também encontrar a razão pelo que aconteceu – e uma possível cura.

Não é a melhor das séries que assisti da Netflix (já indiquei várias que amei nesse post), mas é muito divertida e os episódios passam super rápido, então certamente vale a pena testar. A primeira temporada completa está disponível na Netflix, com 10 episódios.

Informações técnicas

Gênero: Comédia / Fantasia
Duração: 30 minutos
Exibição: Netflix
Estreia: 03/02/2017
Criação e produção: Victor Fresco

Mari Dahrug

Resenha: filme Beleza Oculta

Logo que vi o trailer pela primeira vez, fiquei com vontade de assistir o filme Beleza Oculta, que estreou nos cinemas brasileiros dia 26/01. Em primeiro lugar, pela história super original e diferente de tudo que já vi. Mas o elenco top também chama muita atenção: Will Smith, Edward Norton, Kate Winslet, Helen Mirren, Keira Knightley, Naomie Harris, Michael Peña e Jacob Latimore. Certamente promete. Porém antes de assistir, li as críticas que começaram sair e fiquei na dúvida. Mas fui assistir para tirar minhas próprias conclusões e vim compartilhar aqui com vocês!

filme Beleza Oculta

 

A trama, escrita por Allan Loeb, se passa em uma agência de publicidade de Nova York. O filme mostra a vida Howard (Will Smith), que amava sua vida, mas passa passa por uma terrível tragédia e entra em depressão profunda. Ele descobre então um método nada convencional para se salvar, começa a escrever cartas para o  Amor (Keira Knightley), a Morte (Helen Mirren) e o Tempo (Jacob Latimore). O que ele não esperava é que essas  abstrações poderiam responder e lhe dar lições sobre o valor da vida.

Além disso, outras subtramas também são apresentadas. Whit (Edward Norton) é o melhor amigo de Howard e tenta reconquistar o amor e o carinho de sua filha após um divórcio conturbado. Já Claire (Kate Winslet) é uma mulher determinada e independente que passou a vida se dedicando ao trabalho e agora tenta correr contra o tempo para construir uma família. E, por fim, Simon (Michael Peña) também é um grande profissional que enfrenta graves problemas de saúde e tem medo de deixar a família sem dinheiro e estrutura. Mesmo com seus problemas pessoais, eles tentam ajudar Howard e, consequentemente, salvar a agência de uma provável falência.

Como vocês podem ver, realmente é super original e com um potencial imenso! Consegui compreender as críticas negativas que o filme recebeu, não pelo fato de ser um filme ruim, mas porque com um elenco deste peso e com uma história com todo esse potencial, espera-se um filme espetacular. E isso ele não é. Certamente é muito emocionante, faz chorar e tem uma mensagem muito bonita, que é não deixar de notar a beleza oculta em tudo que acontece.

Achei que faltou um pouco de clareza e algumas cenas ficaram um pouco cansativas, como quando Howard anda de bicicleta por NY. Também acho que poderiam ter aprofundado um pouco mais em alguns dos personagens, que ficaram subaproveitados. A atuação de Will Smith foi boa e o sofrimento dele foi muito convincente, mas não superou filmes anteriores que vi dele, como A Procura a Felicidade.

Ainda assim, recomendo o filme Beleza Oculta pela originalidade e por ser muito tocante e com uma reflexão muito bonita sobre a vida. Poderia ser melhor? Sim, mas é um bom filme, que comove e emociona.

Informações técnicas

Título original: Collateral Beauty
Direção: David Frankel
Distribuição: Warner Bros
Data de estreia: 26/01/2017
Gênero: drama
Duração: 97 min
Classificação: 10 anos

Mari Dahrug

Playlist: músicas preferidas do momento

músicas preferidas do momentoUm dos vídeos que mais gosto de fazer no canal é a playlist mensal com as minhas músicas preferidas do momento. Sempre me divirto muito escolhendo as músicas e procurando novidades pra ela. Afinal, sou apaixonada por música! E quem não é né? rs.

Fazia tempo que não compartilhava os vídeos de playlist por aqui, mas decidi voltar a postar. É uma forma legal de trazer as novidades musicais que tenho acompanhado. E vocês podem me sugerir outras músicas também pelos comentários. O que acham?

Como sei que tem gente que prefere o vídeo, estou colocando ele abaixo. Mas para quem prefere em texto, estou deixando a listinha completa das músicas. Vale lembrar que sempre faço a playlist com 10 músicas, por isso também não consigo colocar tooodas rs. E também procuro músicas que são bem novas, então se sentir falta de alguma bem legal, pode ser que esteja nas playlists anteriores!

Músicas preferidas do momento

Não vou colocar os vídeos de todas as músicas, já que já estão nesse vídeo acima. Então vou só listar e comentar.

01. Trem-bala – Ana Vilela: acho que muitas de vocês já devem ter escutado, pois essa música viralizou desde o final do ano. Pra quem ainda não escutou, recomendo muito que procure, pois é lindíssima! A letra é uma verdadeira lição de vida!

02. Castle on the hill – Ed Sheeran: eu estava super ansiosa por novidades do Ed Sheeran. Adoro as músicas dele e quero ir no show que ele fará aqui no Brasil de lançamento do álbum novo! Quem mais adora?

03. Love Me Now – John Legend: Essa foi uma música que gostei muito desde a primeira vez que escutei. Achei a música, a letra e o clipe lindos. Vale muito a pena pra quem ainda nunca escutou!

04. Paris – The Chainsmokers: tenho adorado todos os lançamentos da banda. Acho que não é melhor que “Don’t let me down” e “Closer”, mas também é muito legal.

05. Fresh Eyes – Andy Grammer: acho que essa é uma das minhas preferidas da lista! Tem uma vibe muito gostosa que eu adoro. Me dá vontade de escutar na praia sabe?

06. How Far I’ll Go – Alessia Cara: é uma das músicas da nova animação da Disney, Moana. Não assisti ainda, mas achei a música muito linda. Não conhecia ainda a cantora, mas ela tem uma vos belíssima.

07. In The Name Of Love – Martin Garrix & Bebe Rexha: muita gente já deve ter escutado também, pois está tocando muito! É super gostosa de ouvir, voz linda!

08. My Way – Calvin Harris: a música é bem chiclete e fica na cabeça por um bom tempo rs. Mas é muito gostosa e me dá vontade de ficar dançando quando escuto!!

09. 24K Magic – Bruno Mars: eu adoro o Bruno Mars e fazia tempo que não acompanhava músicas novas dele. Não é minha preferida da lista, mas tem uma vibe muito gostosa e é bem animada.

10. Don’t Wanna Know – Maroon 5: eu simplesmente adoro Maroon 5 e eles mandam super bem nos lançamentos! Adorei e achei o clipe super divertido!

 

Mari Dahrug