Hoje começa oficialmente meu Diário da Gravidez aqui no blog! Vom contar como foi o primeiro trimestre da gravidez, falar dos sintomas, sentimentos, exames e tudo mais.

Para quem gosta mais de vídeo do que texto, deixo abaixo o vídeo que fiz para o canal contando tudo. Mas se você prefere o texto, é só seguir e ler abaixo.

Bom, como todos já sabem, o primeiro trimestre da gravidez é bem delicado, em vários sentidos. É um misto de emoções, felicidade, medo, insegurança, hormônios que acentuam ainda mais todos esses sentimentos, e claro, vários sintomas para agravar ainda mais tudo isso. É um turbilhão!

Eu descobri a gravidez com exatamente 1 dia de atraso da minha menstruação. Eu nunca soube como se contam as semanas da gravidez até esse momento, e estranhei bastante quando descobri que se começa a contar do primeiro dia da última menstruação. Na minha cabeça não faz muito sentido, já que então pelo menos nessas duas primeiras semanas de gestação o bebê ainda nem existia. Mas a forma oficial de se contar e assim e só cabe a nós seguir, não é mesmo? Então com exatamente 1 dia de atraso eu já estava oficialmente com 4 semanas de gestação.

Nesse momento, com 4 semanas, eu não tinha muitos sintomas. As únicas coisas, a essa altura, era acne e seios mais sensíveis, o que eu estava achando que eram sintomas da TPM. Ainda assim fiz o teste e deu positivo!

A partir daí, comecei a ler muito sobre gravidez. Tínhamos intenção de ter bebê, mas não tinha realmente me informado muito sobre nada até esse momento. E quanto mais eu lia, mais inseguranças surgiam. Inclusive de a gravidez nem se concretizar, já que isso só acontece oficialmente com a nidação. Então nessas primeiras semanas, eu ficava tentando até mesmo evitar ficar pensando demais nisso, embora fosse inevitável.

Logo nos primeiros dias já tentei agendar o médico para confirmar e fazer os primeiros exames. Porém, não sei se é assim que funciona no Brasil também, mas por aqui os médicos agendam a primeira consulta somente a partir da 7 semana. Imagino que seja porque somente a essa altura é possível fazer o ultrassom e escutar os batimentos cardíacos. Então essas 3 primeiras semanas foram apenas de muita incerteza e dúvida.

Outro sintoma que chegou com muita força foi o cansaço. Um cansaço inexplicável. Uma falta de energia tão grande que em vários momentos eu queria reclamar, mas não tinha força suficiente nem ara falar, então só ficava quietinha mesmo!

Com 7 semanas enfim tivemos nossa primeira consulta e ultrassom. E lá estava nosso pequeno amendoinzinho na tela, com batimento cardíaco forte e acelerado. Tudo perfeitamente bem, tamanho correspondente ao período gestacional, tudo certinho. Com certeza foi um alívio! Fiz todos os exames que o médico pediu e tudo estava ok, o que também foi algo super positivo. A partir daí, as coisas ficaram mais reais.

Coincidentemente ou não, a partir desse dia novos sintomas chegaram. Primeiro, a aversão a comidas. E o pior: a quase tudo! Tinha dias que eu não tinha vontade de comer absolutamente nada. Mas algumas coisas eu não conseguia mesmo, como por exemplo frango. Simplesmente não descia.

A partir da oitava semana o enjôo me achou. Meu maior pesadelo! Começou de leve e eu conseguia controlar. Mas logo ficou mais e mais forte, e comecei a vomitar com frequência. Foi uma fase difícil. Eu tenho pavor de vomitar, choro toda vez! Algumas coisas que ajudaram um pouco foram comer algo antes mesmo de sair da cama pela manhã, frutas cítricas, picles (bem doido isso) e aquelas pulseiras anti-enjôo. Porém nada controlou 100%.

E esses foram os sintomas que ficaram comigo todo o restante desse primeiro trimestre: acne, seios sensíveis, muito cansaço, aversão a comida e muuuuito enjôo. Com relação a peso e barriga, como eu não conseguia comer, acabei perdendo peso, e a barriga não apareceu nada durante esse período.

Para fazer um balanço desses primeiros meses, certamente foram muito difíceis. Embora eu estivesse muito feliz com a gravidez, eu me sentia muito mal todos os dias, como se estivesse doente mesmo, então era impossível “curtir” esse momento. Além disso, não tinha energia para fazer absolutamente nada, então me sentia muito “inútil” (sei que é errado pensar isso e que o cansaço tinha um motivo importante, mas era inevitável). Somando tudo isso aos hormônios que dominaram meu humor, foi uma fase bem tensa.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here